A Sessão de Dominação Absoluta da Mistress Penélope

Aquele dia seria marcado na memória do cliente como a noite em que todos os seus limites foram destruídos. Mistress Penélope, com seu jeito implacável e sedutor, recebia um homem que, pela primeira vez, ousava pedir algo que o envergonhava e excitava em igual medida: *a presença de um macho para dominá-lo junto dela*.

Assim que ele adentrou o quarto, o ar já estava carregado de tensão e desejo. Penélope não perdeu tempo: com um movimento rápido, o colar foi preso em seu pescoço, o primeiro símbolo de sua submissão. “De joelhos, pet. A partir de agora, você pertence a mim… e ao meu amigo aqui.” Seu parceiro, um homem de corpo esculpido e olhar penetrante, observava tudo com um sorriso de antecipação.

Sem aviso, ela amarrou suas mãos com cordas de seda, apertando até que ele sentisse a pressão. “Vai doer um pouco… mas você vai adorar.” Com um estalo de chicote no ar, ela o fez tremer. “Respira, meu brinquedo. A noite mal começou.”

Ela se aproximou do parceiro, que já estava nu na cama, o pau duro e pulsante. Com uma lentidão cruel, Penélope se ajoelhou e começou a chupá-lo, usando a língua de forma a deixá-lo ainda mais excitado. “Vê como ele está duro por você? Você que pediu por isso…” Depois, sem pressa, ela colocou sua cinta com o pau de borracha e, com um movimento brusco, *penetrou o cliente pela primeira vez. *”Ah, então é assim que você gosta, não é? Ser comido como uma putinha?” Ele gemia, misturando dor e prazer, enquanto ela o fodia com força, mostrando quem mandava ali.

“Agora, abre essa boca, pet. Vamos ver se você sabe chupar direito.” O parceiro se aproximou, e o cliente, obediente, engoliu seu pau até a garganta, os olhos cheios de lágrimas, mas sem recuar. “Mais fundo… isso… assim que eu gosto.” Penélope observava, satisfeita, enquanto acariciava o cabelo do cliente. “Você está sendo uma boa putinha para ele, não está?”

Depois de um tempo, ela o colocou de quatro, e, deitada de costas na cama, abriu as pernas ao máximo. “Vem, meu pet. Chupa a buceta da sua Mistress enquanto o macho te come por trás.” O cliente, louco de excitação, obedeceu, lambendo-a com avidez, enquanto o parceiro o penetrava com força, cada investida mais profunda que a outra. “Isso… assim… você foi feito para ser comido, não foi?” Penélope gemia, sentindo a língua do cliente em seu clitóris, enquanto ele era fudido sem piedade.

Quando ele já estava completamente submisso, Penélope se levantou e, com um movimento de quadril, se colocou de quatro na frente do cliente. “Agora, chupa o meu cu e a minha buceta… mostre que você merece ser a nossa putinha.” Ele obedeceu, lambendo-a com paixão, enquanto o parceiro continuava a fodê-lo, cada vez mais rápido, cada vez mais fundo.

Depois de ser *bem comido, Penélope voltou a chupar o parceiro, com uma intensidade que o fez gozar direto na boca do cliente. *”Engole tudo, pet. Não desperdiça uma gota.” Ele obedeceu, engolindo cada jato com satisfação.

O parceiro saiu discretamente, deixando os dois sozinhos. Penélope, com um sorriso sádico, se aproximou do cliente, que ainda tremia de prazer. “Agora, o seu prêmio…” Com um movimento de quadril, ela se posicionou sobre o rosto dele e *mijou quente em sua boca aberta, enquanto ele, extasiado, tentava engolir tudo. *”Isso… bebe, meu pet. Você adora, não adora?”

Para fechar a sessão, ela brincou com suas bolas, apertando-as com força, enquanto o masturbava com uma lentidão cruel. “Vai gozar só quando eu mandar…” E, quando finalmente o liberou, ele gozou com um g